Antonio De Franco Neto forma cerca de 1.000 alunos por ano em sua escola de caligrafia

O mestre Antonio De Franco Neto, de 63 anos, chama o peculiar expediente familiar de “técnica de abordagem”. Funciona assim: até completarem 11 anos, os herdeiros são proibidos de mexer em qualquer tipo de material usado para ensinar caligrafia. Canetas, tintas, folhas de exercícios, o que mais for. “Até essa idade, eles só podem olhar. ‘Isso é coisa séria’, a gente costuma dizer. E aquilo se torna o proibido, né?”, explica ele, em meio às pilhas de pastas de exercícios que se amontoam sobre a sua mesa, na Escola de Caligrafia De Franco, em Pinheiros.

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